Do alto da tua majestade

Vês-nos passar, homens a fio

Generosa e rica por vontade

Austera em tempos de arrepio


E ano após ano, vidas fora

Não há quem não te aproveite

Pr´abrigar do sol e da trovoada

Prá casa aquecida e alumiada

E pelo Natal, o divino azeite

(Jorge Lopes, 2021)